Na minha opinião, a primeira interface surgiu antes mesmo da fala do homem. Esta interface era a informação que fluía dos fenômenos da natureza para o habitante da Idade da Pedra. O simples fato de um temporal de verão, após um dia ensolarado, já representava uma forma de comunicação para o homem das cavernas. A água que caía do céu de forma violenta, os clarões dos trovões e os raios significavam algo misterioso e instigante. Por que será que essa água caía de forma mais violenta do que nos dias anteriores quando a chuva era fraca? E para que serviam estes barulhos e luzes brancas? Todos estes acontecimentos iam ficando comuns a ele no dia-a-dia, mas isto não queria dizer a solução das dúvidas. O homem apenas absorvia estas novidades sem entender os motivos ou origem daquilo. Acredito que, posteriormente, o diálogo foi uma interface mais clara e com efeito maior na comunicação, que ainda engatinhava.
Pós-doutor em Comunicação e Tecnologia pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP), doutor em Jornalismo Digital pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP). Foi Assessor de Imprensa da USP, também é pós-graduado em Consultoria em Internet (Ciências Exatas), tendo certificações Adobe Digital Video Convergence e Internet/Intranet System Programmer Analyst (ISPA).
Trabalhou na mídia impressa, no rádio e nos primórdios da Internet. Como pesquisador atua nos campos da Comunicação e Cognição Humana, Tecnologias de Comunicação, Mídias Digitais e Redes Computacionais.
É atualmente coordenador da Rede de Pesquisa Aplicada Jornalismo e Tecnologias Digitais da SPBjor
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Na minha opinião, a primeira interface surgiu antes mesmo da fala do homem. Esta interface era a informação que fluía dos fenômenos da natureza para o habitante da Idade da Pedra. O simples fato de um temporal de verão, após um dia ensolarado, já representava uma forma de comunicação para o homem das cavernas. A água que caía do céu de forma violenta, os clarões dos trovões e os raios significavam algo misterioso e instigante. Por que será que essa água caía de forma mais violenta do que nos dias anteriores quando a chuva era fraca? E para que serviam estes barulhos e luzes brancas? Todos estes acontecimentos iam ficando comuns a ele no dia-a-dia, mas isto não queria dizer a solução das dúvidas. O homem apenas absorvia estas novidades sem entender os motivos ou origem daquilo. Acredito que, posteriormente, o diálogo foi uma interface mais clara e com efeito maior na comunicação, que ainda engatinhava.
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